Museu Auta Pinheiro Bezerra foi tema de reportagem na SimTV
12/04/2012
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Museu Auta Pinheiro Bezerra foi tema de reportagem na SimTV – parte 2
12/04/2012
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Museu Auta Pinheiro Bezerra foi tema de reportagem na SimTV – parte 3
12/04/2012
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Visita da Comitiva de Cássia ao Museu
01/04/2012
Foto da comitiva de Cássia com a Diretora do Museu, quando da visita ao Museu em 23/03/2012.
Parabéns ao Mu…
31/03/2012
Parabéns ao Museu Auta Pinheiro Bezerra, por ter recibido os ilustres visitantes de Cássia- Itália, que vieram a terra de Santa Cruz assinar cooperações entre a igreja de cássia e a de Santa Cruz. Ficaram maravilhados ao ver mais de duas mil peças antigas.
Museu conta história da Família Bezerra em Santa Cruz
31/05/2010
Peças resgatadas na Fazenda Boa Hora de propriedade da família Bezerra, podem agora ser vistas no museu que foi construído no ultimo mês de agosto por Cleudia Bezerra Pacheco, umas das filhas do casal Severino Bezerra Cavalcanti e Auta Pinheiro Bezerra.
O acervo conta um pouco da história de uma família que sempre viveu trabalhando em atividades rurais e que é hoje uma das mais tradicionais da cidade de Santa Cruz.
Severino Bezerra natural de Santa Cruz faleceu no dia 26 de fevereiro de 1969 aos 67 anos de idade, Dona Auta, que nasceu em São Paulo do Potengi faleceu no dia 07 de novembro de 2004, quando tinha 90 anos de vida.
A Fazenda Boa Hora, que fica a aproximadamente 12km de Santa Cruz, atualmente pertence aos filhos do casal.
Da união de Severino e Auta Bezerra nasceram além de Cleudia, mais três filhos, Francisco Pinheiro Bezerra (falecido), Manoel Pinheiro Bezerra, José Pinheiro Bezerra.
Formada em geografia pela UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) e com mestrado em Ciências Sociais, pesquisadora e escritora, Cleudia Bezerra lançou vários livros, entres eles um que foi publicado em 2004, conta a vida de sua mãe, “O tempo como testemunha”. Ela sempre alimentou o sonho de construir um museu que retratasse a época em que os seus viveram na Fazenda Boa Hora.
O museu reúne uma variedade de objetos relacionados à agricultura como: correntes, ferro de marcar boi, estribo, capinadeira, chibanca, alavanca, machado, barril, cangalha, além de peças pessoais como lavatório, penicos, panelas, lamparinas a gás, a primeira geladeira da região que também funcionava a gás, macaco do primeiro carro de Santa Cruz, peças de barros e cerâmica que serviam para a família cozinhar. “É uma variedade de peças de um valor histórico inestimável, que a juventude e os adultos tem de conhecer e valorizar o aspecto histórico da família e da cultura de Santa Cruz. Isso marca também uma época econômica da região, a do algodão, e ainda registra a decadência desse material, hoje substituído por outras peças”.
A intenção de Cleudia é deixar o museu por alguns meses na Fazenda Boa Hora e depois trazer aqui para Santa Cruz, onde será ampliando.
As pessoas interessadas em visitar o museu ou até contribuir na doação de peças que possam enriquecer o acervo podem entrar em contato pelo telefone: 9982 3518.




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